Radio Corsa #46

Radio Corsa 46 no ar! Eu Cris da Rocha, Rafael Martino, Igor Oliveira, Bruno Veiga e Danilo Ricco (equipe completa) comentamos as provas de primavera. Clássicas de um dia e provas de uma semana.

Paris-Roubaix 2014 - Podium (Bettini Photo)

Paris-Roubaix 2014 – Podium (Bettini Photo)

Vitórias de Cancellara, Gilbert, Terpstra nas provas de um dia e a já impressionante performance de Contador nas provas de uma semana.

Apresentamos também um resumo dos resultados do mundo do MTB, especialmente a Cape Epic, a prova mais difícil da atualidade.

Dentre os videos comentados no programa temos:

A vitória de Terpstra na Paris-Roubaix vista de dentro da equipe Omega Pharma-Quick Step

A apresentação da S-Works Epic Burry Stander

E Gee Atherton e o video Moments

Audio clip: Adobe Flash Player (version 9 or above) is required to play this audio clip. Download the latest version here. You also need to have JavaScript enabled in your browser.

Download

Radio Corsa #45

Radio Corsa 45 no ar! Eu Cris da Rocha, Bruno Veiga e Danilo Ricco comentamos os acontecimentos do ciclismo atual, bons e maus.

Quintana Podium - Tour de San Luis 2014 (foto: Graham Watson/canyon.com)

Quintana Podium – Tour de San Luis 2014 (foto: Graham Watson/canyon.com)

Resultados das provas recentes como Tour de San Luis, Volta de São Paulo, Tour de Oman, Volta do Algarve … e o desempenho dos principais ciclistas.

O filme/documentário sobre Lance Armstrong “Armstrong Lie”, pode ser encontrado aqui (não nos fazemos responsáveis por nenhum conflito legal relacionado ao site que disponibiliza o filme).

E o video dos “ataques” de Cadel Evans, comentado também no programa.

Audio clip: Adobe Flash Player (version 9 or above) is required to play this audio clip. Download the latest version here. You also need to have JavaScript enabled in your browser.

Download

Cycling’s 50 Craziest Stories – Resenha

Mais um livro de ciclismo lido então é hora de compartilhar.

Cycling Crazies Stories - Les Woodland

Cycling Crazies Stories – Les Woodland

O livro em questão é “Cycling’s 50 Craziest Stories” de Les Woodland (ainda sem tradução para o português).

Les Woodland é um francês nascido na Inglaterra (como ele mesmo se define) que tentou a vida como ciclista e, para nossa sorte, continuou sua carreira como escritor de ciclismo.

O livro conta em um estilo muito agradável de se ler, 50 histórias sobre ciclismo de todos os tempos, deste o final do século XIX até fatos bastante recentes. As histórias tem 3 a 5 páginas, o que da uma sensação de “missão cumprida” ao ler cada uma delas, apesar de que não passar para a historia seguinte é simplesmente impossível.

Histórias, por exemplo, contam os truques de Wim van East, o gigante da Bordeaux-paris, usava justo a seus colegas para conseguir bebidas de graça nos anos 50, quando o ciclismo era “clássico”. Ou a verdade por trás das histórias do corrido pelo Barão Henri Pépin de Gontaud, que não era barão, nem muito menos um nobre com serviçais servindo de gregários. Ou quem teria usado pela primeira vez, a famosa camisa amarela que simboliza a liderança na classificação geral do Tour de France, inicialmente vista como “o que? vou parecer um canário na estrada”, e a real razão de sua cor.

Um livro que vale a pena ser lido, possivelmente junto com os outros livros do mesmo autor como “Cycling Heroes: The Golden Years” e “The Olympics’ 50 Craziest Stories”.

O esporte e o doping

8c550ac4-a6a3-47ed-9dd3-53af27ba2971_463x347O esporte, não só o ciclismo, vem sendo assombrado por escândalos de doping nos últimos anos que atingem não apenas quem se dopou, mas toda a entidade esportiva a quem eles representam. Este foi o caso de Lance Armstrong, dos atletas jamaicanos e de César Cielo, mas seria o doping realmente o problema?

O esporte sempre foi regido pelo princípio básico do equilíbrio de condições entre os adversários. Todos, em teoria, estariam em igualdade de condições diante de uma prova e o doping seria um fator que tiraria este equilíbrio. Isto acontece por que o doping, como sabemos, consiste no uso de substâncias melhoradoras de performance física, o que, para alguns, tiraria outro princípio básico do esporte: a força humana. Porém, diante de tais argumentos, poderíamos levantar o seguinte questionamento: o avanço tecnológico de forma desigual não seria então uma espécie de doping mecânico? Frente a isso, voltemos ao doping.

Os últimos tempos tem mostrado que a atual política de “Guerra as Drogas” praticada pela WADA e, especial, a UCI tem se mostrado pouco eficaz, já que, desde então, as suspeitas e os escândalos de dopagem não tem aparentado ter diminuído, mas, na verdade, aumentado. Olhando para UCI, esta política conservadora em relação ao doping tem demonstrado coerência se comparados a política tecnológico da entidade. Porém ainda assim vemos certo descompasso: a utilização de itens em carbono, grupos mais completos e leves, e itens de segurança mais resistentes e leves são sim itens de desigualdade esportiva.

Dentro do cenário WorldTour e ProCont esta diferença não parece ser aparente, mas, quando descemos ao nível Continental, ela já surge. Um exemplo disso pode ser colocado no Tour de San Luis: em sua última temporada de vida, a equipe da Padaria Real tinha suas bicicletas equipadas com o grupo Shimano Ultegra completo, ao tempo em que equipes ProTour e ProCont utilizavam grupos Shimano Dura Ace Di2 completos. Isso já mostra um fator de diferenciação. Porém isso fica ainda mais extremado quando partimos para o suprassumo do ciclismo mundial, o Mundial de ciclismo.

No Mundial ao ponto que vemos Cavendish e sua Venge, vemos ciclistas africanos e asiáticos ainda presos em suas bicicletas de alumínio. Então, pegunto: se o doping torna as coisas tão desiguais assim, onde está a igualdade onde de um lado vemos alguém usando uma bicicleta de 9kg e do outro, alguém usando uma quase 3kg mais leve?

Fica meio lógico que esse descompasso entre a mecânica e o biológico das regras tem muito a ver com os patrocínios e o mercado. A UCI e quealquer outra federação esportiva dependem da visibilidade e interesse pelo esporte para que continuem existindo, por isso, as regras de controle mecânico devem agradar não só quem produz os equipamentos, mas também quem os compra, que sempre está atrás de inovações. O mesmo não se aplica a substâncias melhoradoras de performance, que não atraem publico comprador e nem patrocínio de farmacêuticas ao esporte.

O atual conservadorismo do esporte o impede de ver que as atuais políticas antidopagem necessitam de uma reforma urgente, pois, diante de tal quadro de avanço desigual das condições individuais de cada atleta impede que o esporte corra justo como era a sua intenção. Não faço aqui um pedido de legalização do doping (nem do bloqueio dos avanços tecnológicos), porém, fica claro que não outro motivo que não seja o pensamento arcaico das lideranças esportivas atuais, que fica claro em suas políticas repressivas e não de entendimento com quem de dopa, é que impede que avanços ocorram na área e que os atuais escândalos, não que parem, mas que diminuam consideravelmente.

Radio Corsa #44

Radio Corsa 44 no ar! Feliz ano novo!!! 2014 de muito pedal para todos!!

Eu Cris da Rocha, Rafael Martino, Igor Oliveira e Danilo Ricco abrimos a temporada 2014 do Radio Corsa falando das principais transferencias para o novo ano, as primeiras provas (Tour de San Luis e Tour Down Under), algumas noticias e o pouco que acontece no ciclismo entre o mundial e o começo da primavera! :-)

Contador em visita ao Cristo Redentor no Rio de Janeiro

Contador em visita ao Cristo Redentor no Rio de Janeiro

Infelizmente entre a gravação e colocarmos o programa no ar, Alessandro Petacchi abandonou o Tour de San Luis acabando no o nosso trem dos sonhos moderno (Boonen, Petacchi, Cavendish) que comentamos no programa.

O show BBC HARDtalk comentado no programa, entrevistando Cavendish, pode ser visto aqui.

Audio clip: Adobe Flash Player (version 9 or above) is required to play this audio clip. Download the latest version here. You also need to have JavaScript enabled in your browser.

Download

Radio Corsa #43

Radio Corsa 43 no ar! Eu Cris da Rocha, Bruno Victor e Danilo Ricco comentamos o campeonato mundial, com as devidas espetadas a todos os times, inclusive o nosso.

Mundial Estrada 2013 - Podium (Rui Costa, Purito Rodriguez e Alejandro Valverde) (Foto: pelotoncafe.com.au)

Mundial Estrada 2013 – Podium (Rui Costa, Purito Rodrigues e Alejandro Valverde) (Foto: pelotoncafe.com.au)

Falamos também do final da temporada com Giro di Lombardia, vencido por Purito Rodriguez e a Paris-Tours, vencida por Degenkolb.

Em noticias, destacamos os pseudo-novos-ares com a mudança do presidente da UCI, sai McQuaid entra Cookson e as principais transferencias de equipes.

Audio clip: Adobe Flash Player (version 9 or above) is required to play this audio clip. Download the latest version here. You also need to have JavaScript enabled in your browser.

Download

Radio Corsa #42

Radio Corsa 42 no ar. A resposta pra tudo!!

Podium Vuelta a Espanha 2013. Horner, Nibali e Valverde. (Photo: Paul White via ctpost.com)

Podium Vuelta a Espanha 2013. Horner, Nibali e Valverde. (Photo: Paul White via ctpost.com)

Eu (Cris da Rocha), Igor Oliveira e Danilo Ricco discutimos o resultado da Vuelta a Espanha, que foi o melhor GT do ano (superando o proprio Giro d’Italia) e da polêmica que já está causando a vitória de Chris Horner (Radio Shack) aos seus 42 anos de idade.

Falamos também sobre o que esperamos para o Mundial de Estrada deste ano, que começa no dia 22 de Setembro, tendo suas principais provas na quarta-feira 25/09 (contra-relógio) e 29/09 (“resistência”).

Comentamos também sobre o resultado do Tour do Rio, que teve a vitória do espanhol Oscar Sevilla. Aproveitamos para “dar a dica” à organização sobre o LAMENTÁVEL website que não é, nem de perto, condizente com a qualidade da prova. Por favor, melhorem para o ano que vem, a competição organizadas por vocês MERECE!!!

Fechamos com os resultados do mundial e copa do mundo de downhill (DHI) e cross-country:

Mundial:

XCO Elite Men: Nino Schurter (SUI)
XCO Elite Women: Julie Bresset (FRA)
DHI Elite Men: Greg Minaar (AFS)
DHI Elie Women: Rachel Atherton (GBR)

Copa do mundo:

XCO Women Elite : Tanja Zakelj (SLO)
XCO Men Elite : Nino Schurter (SUI)
XCO Women U23 : Rebecca Henderson (AUS)
XCO Men U23 : Markus Schulte Luenzum (GER)
XCE Women : Alexandra Engen (SWE)
XCE Men : Daniel Federspiel (AUT)
DHI Men Elite : Gee Atherton (GBR)
DHI Women Elite : Rachel Atherton (GBR)

Audio clip: Adobe Flash Player (version 9 or above) is required to play this audio clip. Download the latest version here. You also need to have JavaScript enabled in your browser.

Download

Multidisciplinaridade – Parte 2

Chris Sauser se sagrando Campeão Mundial de XCM em 2013 (Foto: EGO-Promotion)

Chris Sauser se sagrando Campeão Mundial de XCM em 2013 (Foto: EGO-Promotion)

Na segunda e última parte da minha série de textos falando sobre a multidisciplinaridade me dedicarei ao Mountain Bike. Das modalidades do ciclismo, talvez seja a que mais possua um constante tráfego entre suas submodalidades. Vejamos.

Começarei com o cross-country. O cross-country (que chamarei apenas de XC) é uma modalidade do MTB bastante peculiar, é peculiar por que ela por si só possui suas variações, a citar: a Maratona, a Olímpica e a Eliminator. Elas entre si são extremamente interligadas, mas isto não evita que elas não possuam seus especialistas que, em alguns casos, acabam se destacando em apenas uma delas. Esse destaque pontual é bastante frequente no tipo Maratona.

Na Maratona, o XC ganha desenhos de enduro, suas etapas com frequência passam dos 100km, assim muitos de seus corredores acabam se especializando. Talvez o melhor exemplo disso é, não um atleta apenas, mas uma equipe inteira, a Bulls. A Team Bulls, como é oficialmente conhecida, é a equipe de MTB da marca de bicicletas alemã Bulls, todo o seu staff de atletas é especializado em provas do tipo Maratona. Talvez o mais famoso deles seja o também alemão, Stefan Sahm, conhecido por ser tricampeão da mais importante prova da modalidade, a Cape Epic. Porém Sahm e outros especialistas não vistos apenas em provas Maratona, mas também em provas Olímpicas de menor porte como copas nacionais e provas locais espaçadas.

Do outro lado, no Cross-Country Olímpico, temos exemplos de vencedores tanto dela como da Maratona, como Christopher Sauser ou as lendas Thomas Frischknecht e Bart Bretjens. A verdade é que especialistas na modalidade Olímpica tem muito mais sucesso no entre modalidades do que os especialistas em Eliminator ou Maratona. Na primeira, tirando Ralph Naef, seus frequentes vencedores dificilmente tem algum grande destaque na modalidade Olímpica ou Maratona.

Adam Craig morde sua medalha de ouro panamericana em 2007 (Foto: O Globo)

Adam Craig morde sua medalha de ouro panamericana em 2007 (Foto: O Globo)

Outra variedade de MTB que vem ganhando bastante força nos últimos anos é o Enduro, o enduro é o que antigamente era conhecido como All-Mountain, ou seja, uma mistura de XC com downhill para explicar por cima. No Enduro vemos uma mistura das mais variadas modalidades: temos Adam Craig, ex-atleta do XCO e campeão pan-americano de 2007; Jared Graves, atleta olímpico de BMX e que também corre downhill e XC; Joost Wichman, famoso por suas atuações no Four-Cross; e por fim, seus especialistas como Jerôme Clementz e Remy Absalon (irmão mais novo de Julien).

Rune Hoydahl no XC da Sea Otter Classic de 2000 (Foto: Dennis McGovern)

Rune Hoydahl no XC da Sea Otter Classic de 2000 (Foto: Dennis McGovern)

O downhil talvez seja quem mais dialoga com outras modalidades: Four-Cross, Enduro, BMX e até XC. Lembro do XC, pois é impossível esquecer do norueguês Rune Hoydahl, único atleta a vencer etapas da Copa do Mundo no XCO e no downhil. É claro, os tempos de Hoydahl eram outros, mas não posso deixar de lembrar que Jared Graves, além de ter sido podium no Mundial de Downhill desse ano, também foi um top 10 do Australiano de XCO.

Absalon e JC Peraud com suas medalhas Olímpicas de 2008

Absalon e JC Peraud com suas medalhas Olímpicas de 2008

Por fim, também não podemos esquecer dos MTBikers que trocaram a terra pelo asfalto como: Cadel Evans, Jakob Fuglsang, JC Peraud e Ryder Hesjedal. Assim sendo, é inegável que o MTB talvez seja a modalidade mais democrática do ciclismo, com seus atletas migrando de uma de suas variedades a outra ou então entre outras modalidades de ciclismo em si.

 

 

Radio Corsa #41

Radio Corsa 41 no ar. Passamos dos 40!!

Vuelta 2013 - Percurso

Vuelta 2013 – Percurso

Eu (Cris da Rocha), Igor Oliveira e Danilo Ricco falamos sobre o que esperar da Vuelta a España 2013, que começa neste sábado. A lista de atletas de cada equipe e o percurso podem ser vistos no Procycling Stats.

Comentamos também sobre as provas que aconteceram estas últimas duas semanas, como o Tour de Utah e a Eneco Tour.

Esta é a bike com compartimento para bebida e comida.

Bike com compartimentos para comida e bebida

Bike com compartimentos para comida e bebida

Audio clip: Adobe Flash Player (version 9 or above) is required to play this audio clip. Download the latest version here. You also need to have JavaScript enabled in your browser.

Download

The Jersey Project – Resenha

Com uma capa bastante colorida, é um ótimo livro de mesa (Imagem: www.bicycling.com)

Com uma capa bastante colorida, é um ótimo livro de mesa (Imagem: www.bicycling.com)

Nesta segunda resenha, eu, Danilo Ricco, resenharei o livro “The Jersey Project” dos americanos Bill Humphreys e Jerry Dunn que tenta contar um pouco da história do ciclismo através de suas camisas. O livro teve uma boa recepção da mídia especializada americana, mas na minha avaliação, isso me pareceu um tanto quanto fora da realidade. A seguir vocês saberam o por que.

O livro é divido em duas partes: a primeira voltada ao ciclismo americano do anos 60, 70 e 80; e uma segunda, voltada ao ciclismo europeu. Está divisão é onde se encontra a raiz de todos os problemas.

A primeira parte é bastante interessante, já que trabalha muito bem na parte de contar um pouco de como era o período mais amador do ciclismo americano, focando bastante no surgimento dos clubes regionais até a “profissionalização”, com a chegada de patrocínios. Porém, nela há um grave problema: por mais que possua uma grande variedade de camisas e fotos, ela simplesmente não informa de quais clubes e equipes elas eram, informando apenas o ano e seu dono. Isso é bastante frustrante para quem, como eu, gostaria de se aprofundar na história individual de cada clube. Junta-se a isso o fato do texto ser extremamente mal escrito, o que torna a leitura desanimante e canssativa.

A segunda parte, se por um lado melhora, por outro ela joga todo esse avanço no lixo por uma série de erros básicos presentes em toda sua extensão.

Esta parte, que abrange a Europa e o resto do mundo é a mais interessante do livro, possuindo em seu conteúdo de imagens desde camisas dos anos 30 até as mais atuais, sendo ela a tradução para o inglês do livro “Koerslui”, do holandês John van Ierland.

Por mais que a parte européia do livro possua um acervo de camisas muito mais interessante que a primeira e corrija o problema com a falta de identificação dos clubes, que no caso são as equipes, os problemas com a qualidade do texto persistem, e até mesmo pioram.

Por ser uma tradução, o livro sofre fortemente com o problema de um trabalho muito porco, ao ponto de Tour of Romandie, a forma correta, ser traduzido no livro como Round of Romandia. Sem contar as traduções e não traduções presentes no texto, como por exemplo a Volta da Lombardia. No livro aparecem três nomes para a prova: Giro di Lombardia, Tour of Lombardie e Ronde de Lombardjie. Há também a falta de tradução para o inglês de algumas provas como a Liége-Bastogne-Liége que no livro aparece escrita em holândes, Luik-Bastenaken-Luik, o que confundiria a maioria do leitores.

Outro problema é a péssima edição, com diversos erros de data, digitação e até mesmo de concordância, que, aliado ao velho problema da péssima escrita, tornam o livro bastante chato.

O livro, por mais interessante que seja sua temática, é bastante falho na parte básica de todo livro, a escrita, bastante chata em toda sua extensão. Por custar algo próximo aos R$115 (com frete incluso), eu sugeriria que sua compra apenas ocorra em eventuais promoções, pois sua leitura bastante frustrante faz com que se compense comprar apenas pelas fotos das camisas históricas presentes nele e assim, não valendo o investimento.