GIRO D’ITALIA 2017 – FAVORITOS E DESTAQUES

Começa nessa sexta-feira (05/05), na Sardenha, a 100ª Edição do Giro D’Italia. Essa secular competição veio ao longo dos anos ganhando prestígio e talvez possa considerada por muitos no mesmo nível do Tour de France. Uma heresia? Em termos de emoção nos últimos anos, tem sido disparadamente mais atrativa e vibrante que a grande prova francesa. Ganhar o Giro passou a ser também a grande aspiração de 10 entre 10 ciclistas do pelotão. Todos os grandes ciclisas da atualidade já batalharam entre si na Itália. Mas a tarefa não é fácil. Com um percurso muito mais desafiador e duro, o Giro não economiza metros pra cima. Corrido em uma paisagem estonteante, essa prova costuma a apresentar uma diversidade climática igualmente brutal. Em meados da primavera, é comum achar temperaturas elevadas quando costeiam o litoral e também enfrentar nevascas nas etapas de montanha. Assim, antes de ter uma equipe preparada, aqueles que querem chegar de Maglia Rosa em Milão precisam ser de uma “super-raça”.

Analisando os participantes, tem-se com principais favoritos ao título:

VINCENZO NIBALI (Bahrain Merida Pro Cycling Team)

Nibali defende o título conseguido de forma emocionante em 2016. O ciclista que buscou os “petrodólares”, ao optar pela equipe do Oriente Médio nessa temporada. Pode ter alguma dificuldade estratégica esse ano por não ter o apoio nas etapas de montanha, como foi o caso no ano passado quando o saudoso Scarponi e o Kangert na penúltima etapa com a chegada em Sant’Anna di Vinadio. Esse ano o “Squallo de Messina” poderá se sentir homenageado por passar pela sua cidade natal e vem forte para a prova após vencer recentemente a Volta da Croácia.

NAIRO QUINTANA (MOVISTAR Team)

Quintana é hoje o melhor colombiano do pelotão, já tendo vencido o Giro em 2014. Um ciclista duríssimo nas etapas de montanha, pesa contra si a pecha de ficar meio “sonolento” e hesitar em atacar nas etapas decisivas de GT. Quando decidido a ir para a liderança, costuma fazer estrago nos adversários, mas não consegue se defender bem nas etapas de contrarrelógio. Como o Giro não tem o acordo de cavalheiros em respeitar a vitória na geral na penúltima etapa, como no Tour, se o colombiano estiver na liderança quando for para a última etapa, poderá haver grande pressão. Quintana vem de ótimos resultados esse ano, quando venceu a Volta da Comunidade Valenciana, Tirreno-Adriatico e foi segundo na Volta de Asturias na semana passada.

GERAINT THOMAS (Team Sky)

Quem tem Froome na equipe, tem que aproveitar a ausência do grande campeão para buscar o estrelato. Essa é uma boa oportunidade para o Thomas buscar o seu espaço na história do ciclismo mundial, com uma volta no Giro. Vencedor de provas de etapas menores como a Paris-Nice (2016) e Volta ao Algarve (2015 e 2016), Thomas dispõe esse ano da forte e “saudável” (muitos TUEs) equipe SKY para o ajudar nessa tarefa. Embora Landa use o tradicional final “1” de capitão, é provável que a SKY não faça nenhuma clara preferência pelo capitão e a dinâmica da prova deverá indicar as estratégias. O britânico vem de uma vitória recente no Tour dos Alpes, mostrando força para encarar as montanhas do Giro.

MIKEL LANDA (Team SKY)

Landa é, talvez, o melhor “Plano B” do pelotão. A lealdade do espanhol pode já ter lhe custado uma vitória em um GT, como no caso do Giro de 2015 quando “carregou” o Fabio Aru, que já se mostrava sem condições de enfrentar o Alberto Contador naquele ano. Naquela oportunidade, Landa “esperou” o Aru ao invés de tentar descontar tempo do espanhol quando claramente se mostrava mais forte na segunda metade da prova que seu companheiro de equipe na Astana. Hoje na SKY e com a numeração “teórica” de capitão, o ciclista espanhol que venceu o Giro do Trentino (atual Toou dos Alpes) em 2016, pode usar a força da equipe para conseguir o seu espaço na prova e na história.

STEVEN KRUIJSWIJK (Team Lotto NL-Jumbo)

O ciclista holandês causou espanto no Giro de 2016 ao vestir a “Maglia Rosa” por 5 etapas em sua fase decisiva, mas teve a infelicidade (ou imperícia) de se chocar com a parede de neve no início da descida do Coll dell’Agnello, na 19ª etapa. Essa queda espetacular rendeu uma notoriedade não esperada ao holandês e o mandou para a quarta colocação geral no ano passado. A injusta exposição como “aquele que perdeu o Giro” se contrasta com a regularidade do ciclista que TOP-10 em outras duas oportunidades nessa prova(2011 e 2015). A equipe holandesa aposta na consistência do Kruijswijk para buscar algo no Giro, embora não disponha de muito suporte como equipe.

TOM DUMOULIN (Team SUNWEB)

O gigante holandês (1,85 m e 69 kg) tem a qualidade de conseguir se defender bem nas montanhas e ter um contrarrelógio fortíssimo, que lhe rendeu a medalha de bronze no Rio 2016. Com essas características, Dumoulin pode almejar uma boa classificação como fez em 2015 na Vuelta, vestindo a “Roja” por 6 etapas. Ainda jovem com 26, o holandês pode ter destaque nos próximos anos ao se aproximar da idade de maior “endurance”, em termos fisiológicos. Em 2017 tem como melhor resultado o 3º lugar geral no Tour de Abu Dabi, o que não chega a ser muito animador.

ADAM YATES (Orica-Scott)

As esperanças do britânico recaem sobre a organização tática e técnica da equipe australiana. A Orica no ano passado colaborou com o ótimo resultado do Esteban Chaves, mantendo sempre um bom grupo de gregários para a proteção e apoio do colombiano. A aposta de Yates pode ser a atuação como franco atirador, já que está fora dos holofotes. Com um 4º lugar na Volta da Catalunha e um TOP-10 na LBL, o britânico pode aparecer em destaque no Giro.

ILNUR ZAKARIN (Team KATUSHA-ALPECIN)

O russo durão é mais um caso de ciclista que pode ter algum destaque a partir da organização, principalmente financeira, da equipe russa. Seu melhor resultado esse ano foi o 2º lugar geral no Tour de Abu Dabi, o que não chega a ser muito animador para vencer o Giro, mas pode colocá-lo entre os 10 melhores.

BAUKE MOLEMA (TREK-SEGAFREDO)

Outro holandês com chances de estar entre os dez melhores que, que como o Thomas, deve aproveitar a ausência da grande estrela da equipe para buscar seu espaço. Molema tem vitórias e pódios em voltas menores e precisa ganhar consistência para voltar a ter algum destaque num GT, como fez na Vuelta de 2011, quando foi quarto colocado. Esse ano venceu San Juan na Argentina e fez a 4ª colocação em Abu Dabi.

ISPO Bike 2013

Semana passada aconteceu em Munique o ISPO Bike 2013, que é o novo nome do Bike-Expo.

ISPOBIKE 2013 - Beatneck Bikes - Cores da moda para ciclismo urbano com estilo (foto: Cris da Rocha).

ISPOBIKE 2013 – Beatneck Bikes – Cores da moda para ciclismo urbano com estilo (foto: Cris da Rocha).


ISPOBIKE 2013 - Visão geral da feira (foto: Cris da Rocha).

ISPOBIKE 2013 – Visão geral da feira (foto: Cris da Rocha).

A feira tem ainda mais foque comercial que antes. Realmente um “trade show”, mais do que uma exibição. No passado o Bike-Expo foi usado inclusive para lançamentos de produtos, como o BB386 Evo da FSA, mas este ano a feira estava totalmente desprovida não só de lançamentos, mas de marcas em geral. As marcas eram basicamente as alemãs, como Focus ou Bulls. Até mesmo a Cannondale que estava presente não levou nada de ponta, somente bicicletas de faixa intermediária.

Isso, porém, não faz com que a feira não tenha coisas interessantes, fora do “main stream” competitivo.

ISPOBIKE 2013 - Nutcase - Capacetes urbanos (foto: Cris da Rocha).

ISPOBIKE 2013 – Nutcase – Capacetes urbanos (foto: Cris da Rocha).

A temática da feira (fora vendas) foi o ciclismo urbano com estilo. As marcas se esforçaram em mostrar como as pessoas podem pedalar na cidade com conforto e boa aparência e sem usar o material esportivo.

Uma exposição especial de roupas de ciclismo urbano como calcas com reforço interno para resistir à fricção com o selim, roupas streatch, jaquetas, mas tudo dentro das tendências atuais da moda urbana (bastante alternativa, diga-se de passagem).

ISPOBIKE 2013 - Pegasus - Bike tradicional com cores modernas (foto: Cris da Rocha).

ISPOBIKE 2013 – Pegasus – Bike tradicional com cores modernas (foto: Cris da Rocha).

Seguindo a tendência de moda, as cores das bikes foram o principal referência. Cores brilhantes, incluindo as rodas, pedivela e correntes, como mostrada por exemplo pela Beatnecks Bikes, e a atração europeia pelas fixies.

ISPOBIKE 2013 - Beatneck Bikes - Cores da moda para ciclismo urbano com estilo (detalhe) (foto: Cris da Rocha).

ISPOBIKE 2013 – Beatneck Bikes – Cores da moda para ciclismo urbano com estilo (detalhe) (foto: Cris da Rocha).

Circular com segurança dentro da cidade passa por ser visível e produto que chamou a atenção foi o Laser Lite Lane que é a famosa luz traseira que desenha no chão a sua própria “ciclovia”. O sistema é reativo, quando a bike inclina para virar os leds desenham uma seta para o lado e a linha da ciclovia no chão pista para o lado que se esta virando. O produto feito pela 3xLLL de Singapura tem garantia de 1 ano e certificações FDA e RoHS. O produto deve vender na Europa na faixa dos 100 Euros e a empresa está procurando representante no Brasil. Fica a dica.

ISPOBIKE 2013 - Laser Lite Lane - Ciclovia portátil em laser (foto: Laser Lite Lane).

ISPOBIKE 2013 – Laser Lite Lane – Ciclovia portátil em laser (foto: Laser Lite Lane).

Capacetes urbanos estão claramente migrando dos super-tecnológicos de competição, com bastante ventilação, mas por outro lado com um visual “extra-terrestre”, para capacetes menos volumosos e integrados, mesmo que não tão ventilados. A Nutcase mostrou uma linha tanto para adultos como para crianças com estampas atraentes. A Melon abraça a ideia de que o capacete parece uma melancia cortada e colocada na cabeça e baseia toda sua campanha do “pé de melancia” ainda que as estampas sejam variadas (bom, existe no catalogo o capacete com estampa de melancia!). Ambas marcas não deixam de lado o conforto, nem a qualidade e o desenvolvimento dos produtos.

ISPOBIKE 2013 - Melon - O pé de melancia (foto: Cris da Rocha).

ISPOBIKE 2013 – Melon – O pé de melancia (foto: Cris da Rocha).

Em acessórios, a BikeCityGuide mostrou o Finn. O produto é completo. Um suporte de guidão para telefone que é uma tira de silicone que se adapta praticamente a todos os produtos do mercado. Simples de coloca, simples de tirar e a tira vai no bolso junto com o telefone. Um App de navegação offline é o produto real. O App é gratuito, porém é somente um container onde os mapas das cidades são comprados em App-Store. Ao comprar a tira ganha-se o download de um mapa. Sendo offline o uso não consome a sua banda mensal de internet. Infelizmente mapas de cidades fora da Europa ainda nao existem, mas o sistema está expandindo rapidamente.

ISPOBIKE 2013 - Finn - Suporte de telefone para guidão em silicone e app de navegação offline (foto: BikeCityGuide)

ISPOBIKE 2013 – Finn – Suporte de telefone para guidão em silicone e app de navegação offline (foto: BikeCityGuide)

Dentro das bikes especiais, várias empresas destacaram o uso de materiais alternativos como bamboo e madeira. Em bamboo, a Boo Bicycles, mostrou suas criações com o material, e em madeira os franceses da Moustache levaram uma bike conceito em madeira, já a MWB (Maurer Wooden Bikes), umas das finalistas do prémio “Brand New” da feira, mostrou a bikes em produção. A madeira é laminada e os quadros produzidos em duas metades. Isso permite a colocação de elementos internos, como um tubo de alumínio para receber o selim ou a espiga de direção, sem ter que escavar totalmente o quadro, aumentando a rigidez e resistência. As duas metades são depois coladas no mesmo processo do laminado, o que faz com que não exista diferença entre o meio do quadro e resto dele.

ISPOBIKE 2013 - MWB - Bike em madeira laminada (foto: Cris da Rocha).

ISPOBIKE 2013 – MWB – Bike em madeira laminada (foto: Cris da Rocha).


ISPOBIKE 2013 - MWB - Bike em madeira laminada (detalhe) (foto: Cris da Rocha).

ISPOBIKE 2013 – MWB – Bike em madeira laminada (detalhe) (foto: Cris da Rocha).


ISPOBIKE 2013 - Boo Bicycles - Bike em Bamboo (foto: Cris da Rocha).

ISPOBIKE 2013 – Boo Bicycles – Bike em Bamboo (foto: Cris da Rocha).


ISPOBIKE 2013 - Moustache conceito em madeira (foto: Cris da Rocha).

ISPOBIKE 2013 – Moustache conceito em madeira (foto: Cris da Rocha).

A Ottobock, famosa empresa alemã de próteses, está lançando sua linha handbikes. Os diferencias são as opções “E-Bike” com motor Bosch, partindo do principio que nem todo ciclista adaptado é um campeão paraolímpico e full-suspension, para os que querem se aventurar fora da estrada. A iniciativa inclui também um triciclo para pessoas com problema de equilíbrio e uma bike normal para o parceiro que não precisa de adaptações. As bikes estão equipadas com Alfine Di2 (o cambio de “rua” da Shimano, versão eletrônica). Os preços variam entre 4000 e 7000 Euros.

ISPOBIKE 2013 - Ottobock A-Mano - Triciclo a manivela em aluminio com Alfine Di2 (foto: Cris da Rocha).

ISPOBIKE 2013 – Ottobock A-Mano – Triciclo a manivela em aluminio com Alfine Di2 (foto: Cris da Rocha).

Para crianças, a Puky, lider do mercado alemão de produtos infantis mostrou sua linha de bikes e acessórios. As bikes cobrem toda a gama, desde bikes para crianças bem pequenas até aro 24 polegadas. Outra marca de bikes para crianças na feira foi a S’Cool (que no mínimo vem de “SOOOO COOLLLL!!”). O produto de destaque, na minha opinião, foram as bikes de estrada em aro 20 e 24 polegadas. Realmente chamam a atenção. Como pai babão já estou escolhendo a próxima bike do meu filho!!!

ISPOBIKE 2013 - S'Cool - Bikes de estrada com aros 20 e 24 polegadas (foto: Cris da Rocha).

ISPOBIKE 2013 – S’Cool – Bikes de estrada com aros 20 e 24 polegadas (foto: Cris da Rocha).

Conheça o trabalho de Jason Smith de Friction Facts

Primeiro de tudo gente, não se esqueçam do post recem postado, se puderem nos ajudar seriamos felizes

 

Agora ao que eu ia escrever, uns tempos atras eu estava saracutiando pela internet e encontrei o site desse homem de Boulder, CO (provavelmente um dos lugares dos EUA com mais ciclistas, e até quem sabe, atletas amadores, numa região onde varias equipes ciclisticas americanas se baseiam inclusive) chamado Jason Smith e fiquei impressionado com seu trabalho, mas o que é que ele

Teste de corrente

faz demais?

Esse homem é um ex-competidor do XTERRA que assim como muitos ciclistas é paranoico com as vantagens que um novo equipamento pode lhe conceder, então dotado de 50 mil dolares do próprio bolso e um porão, montou seu proprio centro de testes para conjuntos de transmissão de bicicleta e então criou o site friction-facts.com.

Por anos o que temos no mercado são somente materiais comerciais “ceramica é melhor”, “o nosso é melhor”, “compre o novo Twin Reduction Drag Ultra Carbon System(tm)” e ninguem nunca disse quanto era melhor, mas agora graças a Jason finalmente temos acesso a essa informação livre dos departamentos de marketing dos fabricantes.

Em seus estudos fez algumas descobertas interessantes, como:

  • Variação de 3 Watts entre 2 marcas conhecidas de correntes
  • Economia de 1,5 Watt somente com a troca das catraquinhas do cambio traseiro
  • Diferença de 1 Watt entre 2 tipos de pedal
  • Uma gama de variação de 10 Watts entre diversas marcas de lubrificantes

Os testes são feitos com uma carga de 250W, o que seria um valor razoavel para um atleta amador ou um ciclista profissional protegido no pelotão, considerando que os grandes escaladores como Armstrong, Cunego, Basso tem em seus bons dias nos alpes algo como cerca de 750W. E tambem vale lembrar que quanto maior a potencia aplicada, maior sera o ganho, principios basicos de atrito que eu não vou me alongar explicando aqui (mesmo porque não sou professor nem qualificado pra isso =D, deixo essa parte pro Bruno e pro Cristiano). Outro estudo interessante e recente de Smith compara sistemas de transmissão de corrente(sem marchas) e de correias dentadas(sistema cada vez mais comum para bicicletas de uso urbano devido a baixa manutenção e por alguns ciclistas amadores) que pode ser visto com mais detalhes aqui mas no resumo da opera provou que mesmo requerendo muito menos manutenção, o sistema de correias perde 1W a mais do que o sistema de corrente, o que equivale a cerca de 34,6%

No site Friction Facts, Smith disponibiliza gratuitamente alguns relatorios dos seus testes, e vende relatorios mais completos, comparando marcas e modelos de produtos em si por valores entre 5 e 10 dolares, o que é uma bagatela perto do dinheiro e tempo gasto para fazer um teste desse. E agora para o pessoal sedento por performance ele tambem tem um super produto, por US$89,00 (US$20,00 a mais do que o produto original), uma corrente Dura-Ace (a com melhor resultado em seus testes) com um tratamento especial de limpeza e lubrificação que de acordo com o site da um ganho de 10W em relação a corrente original. O mesmo tratamento pode ser aplicado a uma corrente de qualquer marca que já seja sua por US$39,00.

Num mundo onde os fabricantes de qualquer produto cada vez mais negam informação ao consumidor, tratando-o realmente como alguem que não é digno de conhecer os produtos, o serviço do Friction Facts é absurdamente interessante portanto deveriamos é adquirir seus produtos para que novos estudos possam ser custeados.

Frank Schleck fora do Tour 2012

A equipe RadioShack acabou de anunciar que o ciclista Frank Schleck está fora do Tour de Frace 2012 por doping.

A primeira amostra de urina testada no dia 14 de julho, deu positivo para um diurético proibido chamado Xipamide, com isso a equipe não espera a amostra B e para evitar pressões da mídia já retira o ciclista do Tour.

Imagem do Cyclingnews/Roberto Bettini

Mais informações em breve.