Radio Corsa Especial Giro 2017 #1

Radio Corsa Especial Giro d’Italia 2017 Volume 1 no ar!

Eu Cris da Rocha e Bruno Victor, como todos os anos comentamos o percurso e os participantes do Giro d’Italia 2017 e o que esperar da prova deste ano!

Giro d’Italia 2017 – Percurso

O Giro deste ano já começou e já teve 3 camisas rosa diferentes (Pöstlberger, Greipel e Gaviria), típico do território “sprinters”!! Na quarta etapa deveremos ter mais um camisa rosa diferente, após a escalada ao vulcão Etna!!

Falando em “território sprinter”, o vídeo comentado no programa sobre o trem de embaladores para o Petacchi, no Giro onde este ganhou 9 das 20 etapas (só ficando atrás do mítico Alfredo Binda que venceu 12 estagios em 1927). Este sprint deveria entrar para o livro texto de sprints!!! Para ver o começo do trem, adiante para o minuto 37:00.

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GIRO D’ITALIA 2017 – FAVORITOS E DESTAQUES

Começa nessa sexta-feira (05/05), na Sardenha, a 100ª Edição do Giro D’Italia. Essa secular competição veio ao longo dos anos ganhando prestígio e talvez possa considerada por muitos no mesmo nível do Tour de France. Uma heresia? Em termos de emoção nos últimos anos, tem sido disparadamente mais atrativa e vibrante que a grande prova francesa. Ganhar o Giro passou a ser também a grande aspiração de 10 entre 10 ciclistas do pelotão. Todos os grandes ciclisas da atualidade já batalharam entre si na Itália. Mas a tarefa não é fácil. Com um percurso muito mais desafiador e duro, o Giro não economiza metros pra cima. Corrido em uma paisagem estonteante, essa prova costuma a apresentar uma diversidade climática igualmente brutal. Em meados da primavera, é comum achar temperaturas elevadas quando costeiam o litoral e também enfrentar nevascas nas etapas de montanha. Assim, antes de ter uma equipe preparada, aqueles que querem chegar de Maglia Rosa em Milão precisam ser de uma “super-raça”.

Analisando os participantes, tem-se com principais favoritos ao título:

VINCENZO NIBALI (Bahrain Merida Pro Cycling Team)

Nibali defende o título conseguido de forma emocionante em 2016. O ciclista que buscou os “petrodólares”, ao optar pela equipe do Oriente Médio nessa temporada. Pode ter alguma dificuldade estratégica esse ano por não ter o apoio nas etapas de montanha, como foi o caso no ano passado quando o saudoso Scarponi e o Kangert na penúltima etapa com a chegada em Sant’Anna di Vinadio. Esse ano o “Squallo de Messina” poderá se sentir homenageado por passar pela sua cidade natal e vem forte para a prova após vencer recentemente a Volta da Croácia.

NAIRO QUINTANA (MOVISTAR Team)

Quintana é hoje o melhor colombiano do pelotão, já tendo vencido o Giro em 2014. Um ciclista duríssimo nas etapas de montanha, pesa contra si a pecha de ficar meio “sonolento” e hesitar em atacar nas etapas decisivas de GT. Quando decidido a ir para a liderança, costuma fazer estrago nos adversários, mas não consegue se defender bem nas etapas de contrarrelógio. Como o Giro não tem o acordo de cavalheiros em respeitar a vitória na geral na penúltima etapa, como no Tour, se o colombiano estiver na liderança quando for para a última etapa, poderá haver grande pressão. Quintana vem de ótimos resultados esse ano, quando venceu a Volta da Comunidade Valenciana, Tirreno-Adriatico e foi segundo na Volta de Asturias na semana passada.

GERAINT THOMAS (Team Sky)

Quem tem Froome na equipe, tem que aproveitar a ausência do grande campeão para buscar o estrelato. Essa é uma boa oportunidade para o Thomas buscar o seu espaço na história do ciclismo mundial, com uma volta no Giro. Vencedor de provas de etapas menores como a Paris-Nice (2016) e Volta ao Algarve (2015 e 2016), Thomas dispõe esse ano da forte e “saudável” (muitos TUEs) equipe SKY para o ajudar nessa tarefa. Embora Landa use o tradicional final “1” de capitão, é provável que a SKY não faça nenhuma clara preferência pelo capitão e a dinâmica da prova deverá indicar as estratégias. O britânico vem de uma vitória recente no Tour dos Alpes, mostrando força para encarar as montanhas do Giro.

MIKEL LANDA (Team SKY)

Landa é, talvez, o melhor “Plano B” do pelotão. A lealdade do espanhol pode já ter lhe custado uma vitória em um GT, como no caso do Giro de 2015 quando “carregou” o Fabio Aru, que já se mostrava sem condições de enfrentar o Alberto Contador naquele ano. Naquela oportunidade, Landa “esperou” o Aru ao invés de tentar descontar tempo do espanhol quando claramente se mostrava mais forte na segunda metade da prova que seu companheiro de equipe na Astana. Hoje na SKY e com a numeração “teórica” de capitão, o ciclista espanhol que venceu o Giro do Trentino (atual Toou dos Alpes) em 2016, pode usar a força da equipe para conseguir o seu espaço na prova e na história.

STEVEN KRUIJSWIJK (Team Lotto NL-Jumbo)

O ciclista holandês causou espanto no Giro de 2016 ao vestir a “Maglia Rosa” por 5 etapas em sua fase decisiva, mas teve a infelicidade (ou imperícia) de se chocar com a parede de neve no início da descida do Coll dell’Agnello, na 19ª etapa. Essa queda espetacular rendeu uma notoriedade não esperada ao holandês e o mandou para a quarta colocação geral no ano passado. A injusta exposição como “aquele que perdeu o Giro” se contrasta com a regularidade do ciclista que TOP-10 em outras duas oportunidades nessa prova(2011 e 2015). A equipe holandesa aposta na consistência do Kruijswijk para buscar algo no Giro, embora não disponha de muito suporte como equipe.

TOM DUMOULIN (Team SUNWEB)

O gigante holandês (1,85 m e 69 kg) tem a qualidade de conseguir se defender bem nas montanhas e ter um contrarrelógio fortíssimo, que lhe rendeu a medalha de bronze no Rio 2016. Com essas características, Dumoulin pode almejar uma boa classificação como fez em 2015 na Vuelta, vestindo a “Roja” por 6 etapas. Ainda jovem com 26, o holandês pode ter destaque nos próximos anos ao se aproximar da idade de maior “endurance”, em termos fisiológicos. Em 2017 tem como melhor resultado o 3º lugar geral no Tour de Abu Dabi, o que não chega a ser muito animador.

ADAM YATES (Orica-Scott)

As esperanças do britânico recaem sobre a organização tática e técnica da equipe australiana. A Orica no ano passado colaborou com o ótimo resultado do Esteban Chaves, mantendo sempre um bom grupo de gregários para a proteção e apoio do colombiano. A aposta de Yates pode ser a atuação como franco atirador, já que está fora dos holofotes. Com um 4º lugar na Volta da Catalunha e um TOP-10 na LBL, o britânico pode aparecer em destaque no Giro.

ILNUR ZAKARIN (Team KATUSHA-ALPECIN)

O russo durão é mais um caso de ciclista que pode ter algum destaque a partir da organização, principalmente financeira, da equipe russa. Seu melhor resultado esse ano foi o 2º lugar geral no Tour de Abu Dabi, o que não chega a ser muito animador para vencer o Giro, mas pode colocá-lo entre os 10 melhores.

BAUKE MOLEMA (TREK-SEGAFREDO)

Outro holandês com chances de estar entre os dez melhores que, que como o Thomas, deve aproveitar a ausência da grande estrela da equipe para buscar seu espaço. Molema tem vitórias e pódios em voltas menores e precisa ganhar consistência para voltar a ter algum destaque num GT, como fez na Vuelta de 2011, quando foi quarto colocado. Esse ano venceu San Juan na Argentina e fez a 4ª colocação em Abu Dabi.

Black Bull – De Costa a Costa

Black Bull

Black Bull

Nessa terça (02/05) aconteceu o lançamento do documentário sobre a 5ª e última participação do brasileiro Claudio Clarindo na Race Across America, em 2015. Como anunciamos na página do RadioCorsa do Facebook, o filme “Black Bull de Costa a Costa” teve exibição gratuita na CineSala, em São Paulo, e eu fui lá assistir com a companhia do Leandro Bittar. Continue reading

Radio Corsa #60

Radio Corsa 60 no ar!

Michele Scarponi – Victory at the Tour of Alps (photo: Bettini)

Eu Cris da Rocha e Bruno Victor comentamos a temporada de clássicas de primavera! Clássicas que contaram com Greg Van Avermaet despontando como grande campeão, Philippe Gilbert fazendo as pazes com a vitória e a aposentadoria de Tom Boonen.

Programa, antes de mais nada, em homenagem ao italiano Michele Scarponi, falecido este final de semana em um acidente enquanto treinava.

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Radio Corsa – Vídeo – Treino na Serra de São Luiz do Purunã

Curitiba nasceu às margens do Rio Iguaçu e localiza-se no chamado “Primeiro Planalto”, próxima à nascente desse rio. Saindo do nível do mar, no litoral Paraná, te que se transpor a Serra do Mar, também um excelente treino (em breve). Para se atingir o “Segundo Planalto”, há que se escalar a Serra de São Luiz do Purunã. Não é uma serra tão desafiadora, mas que se torna um pouco mais pesada em seu final, próxima ao primeiro pedágio em direção à Ponta Grossa. Voltando do pedágio o trecho de descida é forte e frequentemente se atinge a velocidade-limite dos radares que é de 60 km/h. Nesse trecho a concessionária “instalou” pequenos quebra-molas (talvez para fazer com que o motorista evite o uso do acostamento para fugir dos radares) o que obriga a descida pelo canto da pista de rolamento.

É um bom treino que pode ser de cerca de 80 km, dependendo de onde se parte na cidade. Embora o acostamento seja de má qualidade até Campo Largo e haja muito tráfego de carretas em alta velocidade, a BR-277 ainda é o local preferido de treinos dos ciclistas, seja na direção das praias ou mesmo, nesse caso, na direção de Ponta Grossa. Uma opção é esticar o treino até Colônia Witmarsum para recarregar as energias com um “strudell”. Esse fica para uma próxima.

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Radio Corsa – Entrevista – Rafael Andriato

Na véspera da disputa do Tour de Flanders, o ciclista brasileiro Rafael Andriato deu um entrevista para o Radio Corsa, contando a sua expectativa para essa fantástica “Monumento”. Sempre simpático com nossa equipe, Rafael nos contou sobre a sua participação na “De Panne” durante a semana e como a equipe faz a sua preparação para essa grande prova. Falou também das expectativas do time, que trabalha para o Pozzato, vice-campeão em 2012 e vencedor da Milan-San Remo de 2006.

Rafael Andriato

Rafael Andriato
Paulista de 29 anos, radicado em Maringá.
Iniciou a carreira profissional na Memorial em 2006.

De 2008 a 2011 como Dilletanti, onde conquistou 12 vitorias, e mais de 20 pódios! Em 2012 equipe Profissional e neste ano foi a italiana FARNESE VINI SELLE ITALIA. Em 2013 pela Vini Fantini Selle Italia participou do Giro d’Italia, sendo o campeão das metas-volantes e também vencedor do premio de ciclista com mais quilômetros em fuga de todo o Giro, fato inédito para um ciclista brasileiro! Em 2014 integrou a também italiana Neri Sottoli-Ale. Em 2010, 2013 e 2014 venceu o Premio Brasil Olímpico (Premiação organizada pelo Comitê Olímpico Brasileiro) onde foi eleito o melhor Ciclista de Estrada.

Já representou o Brasil nos Jogos Pan-americanos em 5 Campeonatos Mundiais de Estrada
Depois de disputar o início do ano pela Memorial, voltou na segunda metade para compor a Wilier Triestina Selle Italia, onde está até hoje.

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Radio Corsa #59

Radio Corsa 59 no ar! Finalmente o primeiro Radio Corsa de 2017!!!

Podium da Vuelta a Andalucia – Ruta del Sol 2017 (Foto: Bettini)

Eu Cris da Rocha, Rafael Martino, Bruno Victor e Danilo Ricco nos juntamos para comentar o começo da temporada e quem foi para qual equipe!

Ano que já contou com duelos entre Valverde e Contador e demonstrações de Esteban Chaves!

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Mudanças também na parte musical do programa, para evitar problemas de direitos autorais. Esperamos que gostem!!

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Studio 220

Pra quem acompanha nossa pagina no facebook, recentemente tivemos a oportunidade de participar de um evento com Jens Voigt no Studio 220 em São Paulo.

Alem da ansia de conhecer essa grandissima lenda alemã fui ao local com uma duvida, que coisa é essa de Studio 220?

No evento conversei com o pessoal que me apresentou a proposta. A idéia é a de usar toda tecnologia hoje disponivel para auxiliar o ciclista a melhorar seu rendimento. É uma especie de academia especializada com exercicios funcionais e sessões de ciclismo indoor.

O diferencial deles é que o ciclismo não é praticado naquelas bicicletas ergometricas que vemos em academias. O Studio possui equipamentos especificos que dão total liberdade para que o aluno recrie o bike fit da bike que usa em seus treinos “outdoor”. A grande diferença para uma aula comum de spinning e do Studio 220 é que a bike “controla o treino” do ciclista. Todos aparelhos são ligados a um computador com telão que define a intensidade do pedal em tempo real.

Até ai nada de novo, mas agora que vem o pulo do gato. Todos podem treinar juntos, mas o treino é personalizado a cada aluno, baseado em informalões como seu peso, peso do seu equipamento, Limiar Funcional de Potencia, o FTP, que é um valor muito prezado hoje no treinamento das equipes World Tour.

Nesse esquema por mais que eu siga o treino do resto da turma, ele ainda é feito para mim. Voce pode até pedir para que simulem um percurso com variação de altimetria e pedalar, inclusive treinando suas mudança de marcha e pedalada já que todos os aparelhos são equipados de Shimano 105 e pedais Shimano SPD.

Me convidaram a participar de alguns treinos. Desde 2014 não encosto em uma bike achei que seria interessante fazer esse exercicio a partir do zero e topei a experiencia. Toda minha tralha de ciclismo ficou na casa dos meus pais. Providenciei um par de sapatilhas, uma bermuda e dei a cara a tapa(Sim com uma camiseta de pijama)

Cadastraram meus dados e me designaram em uma das bikes, os outros alunos foram chegando e começamos o treino. O FTP dos alunos era variadissimo entre 120 e 250… soltamos o aquecimento do treino. Enquanto voce pedala assiste no telão alguma prova de ciclismo, mas tambem ve a potencia, velocidade, cadencia e a porcentagem do FTP atingido por cada um da turma.

No fim do aquecimento veio um susto, nó cego como sou achei que poderia fazer uma cara feia e fingir pra todo mundo que estava fazendo muita força mas assim que veio meu aviso sonoro a bike ficou mais dificil de pedalar e a barra de esforço que estava verde já passou para vermelho para todos da turma verem minha malandragem. Bom, já que eu já tinha ajoelhado de lycra, me sobrou rezar a padroeira dos ciclistas Nossa Senhora de Ghisallo.

Forcei meu ritmo mas ao contrario do que eu imaginava, não sofri. Como o treino foi montado baseado no esforço em que poderia fazer os unicos problemas que tive foram dores nas costas e no quadril devido a falta de costume de pedalar, a parte de esforço aerobico e pernas tive que fazer esforço por toda 1h de treino, mas não sofri mais do que eu devia.

Todas as aulas são feitas com instrutores com background no ciclismo profissional brasileiro e é bem diferente daquele spinning da academia onde o caboclo sobe numa bike lá na frente e fica gritando num microfone “VAMOS MOÇADA! PEGADA 3! FORÇA TUDO!!!! AGORA FORÇA MAAAAIS! VAMOOO!”. Os intrutores estão focados 100% em monitorar e prestar auxilio aos alunos, checar se o treino não esta muito leve ou muito pesado PARA VOCE, dar dicas de pedalada, postura e afins.

Depois de uma hora pedalando parado sem sair do lugar encarando um monte de numeros e graficos numa tela posso dizer que sai com a mesma sensação de quando fazia um treino na estrada.

Alem de oferecer toda essa experiencia de treino, o Studio 220 é climatizado, oferece emprestimo de sapatilhas a alunos, toalhas durante os treinos e vestiario para ninguem ter desculpa que não tem tempo de tomar ir pra casa tomar banho  a tempo de chegar ao trabalho.

Pra quem tiver interesse em conhecer e tentar o método deles, é só procurar em São Paulo na Rua Alceu de Campos Rodrigues, 341 – Vila Nova Conceição ou em www.studio220.com.br

Radio Corsa #58

Radio Corsa 58 no ar! Supostamente o Radio Corsa Especial da Vuelta #2, mas … o tempo passou muito rápido!

Convidada especial na casa! Eu Cris da Rocha, Bruno Victor, Danilo Ricco e Igor Oliveira, tivemos a visita de Estela Farah da ESPN! Comentamos de tudo. De uma rapida análise do final da Vuelta, ao Campeonato Mundial de estrada, que consagrou Peter Sagan como bicampeão, passando pelo escândalo da TUE’s do Wiggins.

Sagan, Cavendish e Boonen, um pódio de campeões mundiais no Campeonato Mundial de Estrada 2016

Sagan, Cavendish e Boonen, um pódio de campeões mundiais no Campeonato Mundial de Estrada 2016

No programa falamos também do incrível ano de Esteban Chaves, que alem do segundo lugar no Giro e terceiro na Vuelta, venceu o Giro da Lombardia, a última prova World Tour do ano.

Nos resultados do mundial, alem da vitória de Sagan, tivemos Tony Martin conquistando seu quarto título de contra-relógio individual e ajudando a Etixx a recuperar o contra-relógio por equipes. No feminino tivemos a Dinamarquesa Amalie Dideriksen na prova de estrada, Amber Negen (USA) no contra-relógio individual e a equipe Boels Dolmans no contra-relógio por equipes.

O vídeo do último quilômetro do Campeonato Mundial vencido por Sagan pode ser visto aqui.

https://twitter.com/CyclingHubTV/status/787649348729466880

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